Energia nua

"Na técnica clássica de fotografia Kirlian, um objeto “biológico” ou amostra com razoável condutividade elétrica (obviamente pode-se colocar um objeto não vivo, por exemplo, uma moeda) é colocado sobre o filme que toca a superfície de uma placa metálica. Essa placa é conectada a um gerador de alta tensão alternada (que pode ser um bobina de Tesla, transformador de alta tensão, isto é, a voltagem elétrica final é uma função oscilante no tempo com uma certa distribuição de frequências). Freqüências típicas giram em torno de 70KHz. Os potenciais envolvidos são bastante elevados, mas a corrente total que circula é regulada de forma a ser pequena (para evitar choque elétrico ou descaracterização da amostra). A amostra biológica é conectada a um fio terra para reduzir seu potencial. O objeto biológico (que pode ser o dedo de uma pessoa) toca a superfície onde o material sensível à luz é depositado. Ao se ligar o gerador de alta tensão por alguns segundos (o tempo de exposição depende da sensibilidade do filme), uma imagem da descarga elétrica é revelada ".
Vendo o Invisível, Ademis L. Xavier Jr.

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